quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Novo livro de poesia de Lídia Borges

Depois de "Sementes Daqui" (Poética Edições, 2013), obra vencedora do Prémio Maria Ondina Braga 2013, surge "Baile de Cítaras", um rodopio de sentires que nos baila por dentro.

O lançamento será no dia 7 de Novembro, pelas 15h30, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga.



Lídia Borges, pseudónimo de Olívia Maria Barbosa Guimarães Marques, nasceu em Braga, em Novembro de 1956. Professora do Ensino Básico, foi no contacto com as crianças que melhor entendeu a poesia e foi para elas que começou a escrever contos e pequenos poemas, desde muito cedo. Um desses contos foi premiado no Concurso Matilde Rosa Araújo, em 2007, tendo sido dado à estampa pela Poética Edições em 2014, com o título “O mistério dos sonhos roubados”.
É pós-graduada em Teoria da Literatura/Estudos Lusófonos e desenvolveu uma tese de mestrado na área de Literatura Infanto-Juvenil, na Universidade do Minho. A poesia esteve sempre no centro das suas preferências literárias não só enquanto leitora mas também como autora. Para além da obra “Sementes Daqui”, obra vencedora do Concurso Literário Maria Ondina Braga / Poesia 2013, publicada também com a chancela da Poética Edições, Lídia Borges é ainda autora do livro de poesia “No Espanto das Mãos: O Verbo” ( Lua de Marfim Editora, 2011). É autora do blogue Searas de Versos (http://searasdeversos.blogspot.pt/). 

Paulo M. Morais é um dos finalistas do Prémio Leya




Paulo M. Morais nasceu em Fevereiro de 1972 e cresceu nos arredores de Lisboa, entre futebóis, livros e filmes. Licenciado em Comunicação Social, faz tradução de romances e escreve para a imprensa e internet.
Cumpriu um sonho de juventude ao fazer crítica de cinema. Um dia pôs uma mochila às costas e realizou outro sonho: dar a volta ao mundo. Ao regressar da viagem, especializou-se nos temas da gastronomia e das viagens.
Quando se aventurou pela escrita de romances, nunca mais deixou de ficcionar personagens e histórias. Em 2013, publicou  Revolução Paraíso, pela Porto Editora, romance passado nos tempos do pós-25 de Abril. Em 2014 publicou Estrada de Macadame, em formato digital com a chancela Coolbooks. Em 2015 foi finalista do Prémio Leya, com a obra "Seja Feita a Vossa Vontade".

domingo, 27 de setembro de 2015

"Efeitos de Captura", de Luís Filipe Sarmento




Esta foto
captura-me
representa-me
autentifica-me
depois de morto.
No regresso à poesia
Rasgo-a.
O tempo não captura
o mistério do poema.

Luís Filipe Sarmento in "Efeitos de Captura"

"O Último Poeta" , de Paulo M. Morais




Isaque Poeta é um poeta que não escreve uma só palavra. Num mundo sem livros, vive tranquilamente segregado na Montanha-Ilha, território pertença da Nação À Beira-Mar Plantada. Por ser o último poeta à face da terra, acostumou-se a receber o Prémio Nobel de literatura, que continua a ser atribuído devido à teimosia anacrónica de Alfredo Nobel. Porém, mesmo consecutivamente nobelizado, Isaque mantém-se alinhado ao esforço mundial para terminar com a literatura. Por ele, nunca mais será escrito um poema.

A atribuição de novo Nobel obriga a que o premiado se desloque à Escandinávia, viagem tolerada pelo Governo para que a Nação arrecade o dinheiro do galardão. A comitiva, que volta a integrar Nicolau Editor, é liderada por Aníbal Político, um adido político zeloso do seu papel de manter Isaque devidamente inativo. Poeta e Editor, ambos sofredores de claustrofilia, simbolizam uma era à beira da extinção: quando Isaque morrer, a literatura morre também.

Será Alfredo Prémio, um troglodita que ainda sabe ler, a tentar quebrar a apatia de Isaque. Com base numa irrecusável chantagem, o excêntrico escandinavo impõe uma nova viagem, desta vez ao encontro de livros de poesia que sobreviveram ao extermínio da literatura. No trajeto que passa pelo deserto texano, nos Estados Unidos, pela floresta da Tijuca, no Brasil, pelas ilhas de Coloane e Taipa, em Macau, por Goa, na Índia, e pelo Tarrafal, em Cabo Verde, os viajantes encontrarão um milionário, quatro mulheres e uma série de personagens estranhas como anões que jogam às cartas ou homens que rastejam ao cheiro da aguardente.

No meio desta odisseia de belezas e horrores, prazeres e perigos, palavras e gestos, amores e ódios, conseguirá Isaque Poeta descobrir um estímulo poético ou a sua musa inspiradora? Voltará o último Poeta à face da terra a pegar numa folha em branco para escrever um novo poema que salve a literatura?

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Paulo M. Morais nasceu em Fevereiro de 1972 e cresceu nos arredores de Lisboa, entre futebóis, livros e filmes. Licenciado em Comunicação Social, faz tradução de romances e escreve para a imprensa e internet.
Cumpriu um sonho de juventude ao fazer crítica de cinema. Um dia pôs uma mochila às costas e realizou outro sonho: dar a volta ao mundo. Ao regressar da viagem, especializou-se nos temas da gastronomia e das viagens.
Quando se aventurou pela escrita de romances, nunca mais deixou de ficcionar personagens e histórias. Em 2013, publicou Revolução Paraíso, pela Porto Editora, romance passado nos tempos do pós-25 de Abril. Em 2014 publicou Estrada de Macadame, em formato digital com a chancela Coolbooks.

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"(…) numa prosa bem estruturada, longe da redacção explicadinha ou do vislumbre rapidinho, conta, de um ponto de vista popular, a partir de um bairro de Lisboa (mais concretamente a zona do Cais do Sodré e São Paulo) e com um humor um tanto pícaro, o que foi o desenrolar da revolução e o seu dia a dia alucinado.»
Mário de Carvalho sobre Revolução Paraíso (em escolhas no “Diário de Notícias”)

“A escrita de Paulo M Morais, em maturação, caminha no sentido de um timbre próprio, uma marca de água distintiva deste autor.”
António Ganhão in Acritico, sobre Estrada de Macadame

“Um livro singular.”
in Visão, sobre Revolução Paraíso.

“É caso para dizer que Paulo M. Morais é um exímio contador de histórias.”
in Efeito dos Livros


terça-feira, 1 de setembro de 2015

O Guardião do Silêncio, um "quase-romance" sobre saudade
























O Guardião do Silêncio é (…) uma história de amores e desamores onde o desencontro, a ausência, a solidão estão rodeados por um silêncio que é quase mutismo, (…) que vai em busca (…) de uma voz empenhada em trazer à superfície as fragilidades do ser humano, quando este se encontra enclausurado dentro de si próprio. Numa sociedade em que o individualismo suplanta largamente o sentido de coletivo, (…) não é de espantar que tantos se deixem afundar num mar de silêncio. Um silêncio que, farto de ser obscuro, reclama com propriedade «um pintor de silêncios» que o torne visível, que o liberte do mutismo que é morte, antes da morte. Ana Paula Mateus é, nesta perspetiva, uma exímia pintora de silêncios - traça os contornos de vidas marcadas pela solidão, pela dor da perda e da ausência. (…) O coração, as sensações estão no centro desta viagem em que o onírico, o poético e a expressão do sofrimento se entrecruzam, gerando uma paisagem de silêncios povoados de vozes que não serão, de todo, alheias a um leitor atento. 

Lídia Borges, excerto do prefácio 


Ana Paula Mateus, n. 16 de julho de 1964, Póvoa de Varzim.
Licenciada em Ensino de Português e Francês e mestre em Teoria da Literatura, na variante de Literaturas Lusófonas e professora do ensino secundário. Em 2007 cria o blogue De Profundis (wwwdeprofundis.blogspot.com) que terá sido o primeiro passo para a certeza da escrita. Em 2009 ganha o 1º Prémio, na categoria “Docentes”, no concurso literário Dar Voz à Poesia, de âmbito nacional e abrangendo também os países lusófonos, com o poema “Um Punhado de Palavras”. Em Fevereiro de 2011 vence o Concurso Literário Correntes D’Escritas / Fundação Dr. Luís Rainha com a obra Sete Estórias do Vento Salgado, publicada em julho de 2011. No mesmo ano foi cronista convidada do jornal local O Comércio da Póvoa. Em 2013 integra como autora a antologia poética Audaz Fantasia, publicada pela editora Universus, com o poema “A Oratória do Silêncio”. Em novembro do mesmo ano, é convidada pela autora Lídia Borges a prefaciar a obra poética vencedora do Concurso Maria Ondina Braga. Em setembro de 2014 é co-autora na coletânea Confissões, publicada pela editora Lua de Marfim. Em janeiro de 2015 é co-autora na colectânea Mentira publicada pela editora Pastelaria Studios. O Guardião do Silêncio é a sua segunda publicação de ficção narrativa. 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Memórias e Divagações

Ficha técnica:
                           
Título: Memórias e Divagações  
Autora: João de Deus Rodrigues
PrefácioA. M. Pires Cabral
Ilustrações de Luís Manuel Pereira
Edição: Maio de 2015
Páginas: 142
ISBN: 978-989-99187-8-8
Encadernação: capa mole
PVP: 13,50€


"João de Deus Rodrigues chamou ao seu novo livro de poesia "Memórias e Divagações". O título diz tudo: o poeta, se por um lado recorda, por outro lado observa e discorre.As duas coisas acabam porém por não ser contraditórias, mas complementares. Quem recorda produz um discurso; quem discorre apoia-se na memória, nem que não seja senão para contrastar os velhos com os novos tempos. E assim, na sua aparente dicotomia, o livro acaba por ser uno."

A. M. Pires Cabral, excerto do prefácio

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João de Deus Rodrigues nasceu na freguesia de Morais, concelho de Macedo de Cavaleiros. Começou a escrever prosa e poesia há já alguns anos. O que escreve, principalmente poesia, reflecte o seu pensamento, as suas emoções, angústias, medos e esperanças. É sócio da ALTM - Academia de Letras de Trás-os-Montes, da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores, da APP - Associação Portuguesa de Poetas, e do CEMD – Circulo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Poesia Fernão de Magalhães Gonçalves 2011. Frequenta a UITI – Universidade Internacional para a Terceira Idade, em Lisboa.

Livros publicados:
- Morais - Contributos para uma monografia (Esgotado)
- Talhas - Memórias duma aldeia medieval transmontana (Esgotado)
- O Clamor dos Campos – Poesia (Esgotado)
- Passagens e Afectos – Poesia
- Histórias Maravilhosas da Terra Quente – Contos
- O Acordar das Emoções – Poesia
- Homenagem ao Rio Sabor – Poesia
- Outras Histórias de Gente d`Além Marão – Contos

Tem contos e poemas publicados em várias Antologias.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Antes de mim um verso





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“Antes de mim um verso”, de Maria Isabel Fidalgo
[Poesia]

 Ficha técnica: 
Título: Antes de mim um verso 
Autora: Maria Isabel Fidalgo
Prefácio: Luiz Fagundes Duarte
Edição: Fevereiro de 2015
Páginas: 116
Encadernação: capa mole 
ISBN: 978-989-99187-6-4
PVP: 12,90€



Sinopse: 
“A mão que escreve começa por afirmar que nasceu em verso – e acaba reconhecendo que é o amor o que lhe escuta a música. Entre um e outro discorre um livro em que a autora se escreve – e sem pressa desço por mim mesma –, e onde aquilo que mais encontramos são versos de amor compostos por um ouvido aberto à música. Mesmo quando aos versos se substituem pequenos textos em prosa – que no entanto guardam, no seu discorrer, a primitiva música dos versos.
Versos que são palavras de amor que vão e vêm – até por serem versos – entre a autora e ela própria, entre ela e a mãe e a filha, e entre ela e figuras de poetas (Fernando Pessoa, Miguel Torga, Eugénio de Andrade, Daniel de Sá) e outras referências (a pátria, Abril, o livro, ou o outono) como o sorriso, aqui de certa forma transfigurado em síntese de comunicação: Todos os sorrisos são uma narrativa.”

Luiz Fagundes Duarte, excerto do prefácio


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Maria Isabel Fidalgo nasceu em Braga, a 18 de Março de 1951. Bacharel em Filologia Românica e licenciada em Línguas e Literatura Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, professora aposentada do ensino oficial mas a exercer  funções de docência, em regime de part-time, no Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga. Ao longo da sua carreira foi coordenadora do Ensino Propedêutico, Delegada de Disciplina de Português e orientadora de Estágio de Português pela Universidade do Minho. Foi responsável pelo Jornal da Escola e colaboradora do mesmo, com publicações de carácter poético e de crítica literária.Ao longo do seu percurso foi estando envolvida, como animadora cultural, em actividades ligadas ao teatro, ao canto, à poesia e à  dança, sendo o ballet clássico a sua grande paixão.




quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Perceber os Princípios




















No mesmo bairro e no mesmo dia 10 de Janeiro em que, há 140 anos, foi criado o primeiro Partido Socialista português.

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Neste livro, encontramos precisamente uma expressão da luta por esses valores, que desde sempre o autor prosseguiu e que, por vezes quando muitos outros parecem desistir, teima em prosseguir. É a sua esperança num mundo melhor e mais justo que perpassa nestas páginas de evocação dos princípios do socialismo e das suas origens, claramente, aliás, numa linha que identifica este ideário humanista e libertador com aquela definição de Antero, que o autor cita, quando – em resposta à pergunta “o que é o socialismo?” - diz ser ele “a reclamação da justiça e da igualdade nas relações dos homens; dos homens que a natureza criou livres e iguais e de que a organização social fez como que duas raças inimigas, uma que manda, goza e oprime, outra que obedece, trabalha e sofre; de um lado senhores, aristocratas, capitalistas; do outro, escravos, servos, proletários!”. Por isso, acrescenta ainda Antero, é ele “tão antigo como a injustiça e a opressão do pobre pelo rico, do desvalido pelo poderoso, não é mais do que o protesto dos que sofrem contra a organização viciosa que os faz sofrer”.

José João Abrantes (excerto do prefácio)

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Francisco Castro Rego é Engenheiro Silvicultor, e Doutorado na mesma área pela Universidade de Idaho (EUA). Foi Professor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e depois na Universidade Técnica de Lisboa, tendo sido Presidente do Instituto Superior de Agronomia. Foi também Director da Estação Florestal, Presidente do Instituto Florestal Europeu e Director-Geral dos Recursos Florestais.
Tem participado em diversas iniciativas políticas, tanto no âmbito do Partido Socialista, como noutras iniciativas de cooperação entre forças políticas da esquerda. “Princípios do Socialismo - à volta de Antero” é a primeira obra que publica fora do seu âmbito de investigação profissional.

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Princípios do Socialismo à volta de Antero
Autor: Francisco Castro Rego
Prefácio: José João Abrantes
Edição: Janeiro de 2015
Páginas: 180
Encadernação: capa mole c/ badanas
Formato: 15cmx23cm
ISBN: 978-989-99187-5-7
PVP: 17,50€